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Domingo 20 / marzo / 2016

OMS alerta sobre a ameaça da mudança climática

Filed under: a-noticias-portugues,cambio-climatico-p — Carlos Alberto — marzo 20th, 2016 — 23:33

Genebra, 4 mar (Prensa Latina) A diretora geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, alertou sobre a ameaça da mudança climática durante um painel de discussão do Conselho de Direitos Humanos da ONU.

Esse fenômeno causa dezenas de milhares de mortes anualmente, através de seus diversos efeitos e impactos no mundo, advertiu a máxima representante da OMS.

Chan declarou que os especialistas estimam que para o ano 2050 causará 250 mil mortes adicionais a cada ano por malária, diarreia, insolação e desnutrição. As secas, inundações, incêndios florestais e ondas de calor custam vidas, e o mundo não pode se dar ao luxo de não empreender ações. Por isso, responsabilizar os países de suas políticas sobre o clima também é um assunto de justiça, apontou.

Como o impacto da mudança climática é universal, imprevisível, e na ocasião desafiadora, os seres humanos são, sem lugar a dúvidas, a espécie mais importante ameaçada, reconheceu.

Índices da Organização Meteorológica Mundial mostram que 2015 foi o ano mais quente desde que começaram os registros em 1880, e se prevê que 2016 tenha temperaturas ainda mais elevadas.

A propósito disso, a funcionária afirmou que as secas ameaçam o abastecimento de alimentos, já em perigo, especialmente em países pobres.

Chan indicou que a escala deste perigo é imensa, porque em algumas nações mais de 70% da população depende da agricultura para viver.

Além disso, sublinhou que os surtos de cólera prosperam tanto por excesso como por falta de água. Os insetos e outros portadores de doenças são muito sensíveis ao calor, umidade e chuvas, considerou.

Por outro lado, a mudança climática tem favorecido a extensão geográfica do dengue e pode fazer o mesmo com a malária.

Mais da metade da população mundial, sublinhou, vive em um área onde se encontra o mosquito Aedes aegypti, o principal vetor do zika, dengue e chikungunya.

Todas estas consequências para a saúde convertem ao primeiro acordo mundial sobre mudança climática, alcançado em Paris no ano passado, não somente em um tratado sobre meio ambiente mas também sobre saúde, apontou.

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Miércoles 22 / abril / 2015

Cidades Filipinas sem preparação ante mudança climática

Filed under: cambio-climatico-p — Carlos Alberto — abril 22nd, 2015 — 8:40

Manila, 14 abr (Prensa Latina) Duas entidades internacionais ambientalistas coincidem hoje em que 16 cidades filipinas não estão prontas para enfrentar os efeitos da mudança climática e seus governos, empresários e residentes são mais reativos que proativos ante o fenômeno.

A essa conclusão chegaram o Fundo Mundial da Natureza (WWF) e a Fundação BPI, dedicada aos desastres em um estudo que apresentaram aqui em um foro da Universidade Silliman e em uma instituição para o tratamento destes riscos.

O texto adverte sobre a tendência a experimentar eventos meteorológicos extremos que afetarão em particular cidades de densidade populacional com entradas de mar nas costas, aeroportos, principais vias e áreas comerciais e residenciais e acréscimo de salinidade nos solos.

Afirma que nenhuma dessas cidades tem dado passos para se proteger com antecipação apesar da constatação de uma maior frequência de tufões e enormes volumes de chuva juntamente com elevação de temperatura em um país já afetado por sua localização geográfica no chamado cinturão de fogo do Pacífico.

2014 foi o ano mais quente desde 1880 e com exceção de 1998 devido ao El Niño, os piores períodos registraram-se na primeira década do atual milênio, conforme o relatório exposto.

A julgamento das duas instituições, a redução das emissões de carbono pode ser uma solução chave para enfrentar os previsíveis desafios e chamaram às autoridades locais a atualizar os planos de utilização da terra e olhar o futuro através da lente do clima e pôr atenção à migração humana.

Enfatizaram que iniciativas desarticuladas de uma linha de frente integral será um desperdício ineficiente que atrasará as intervenções significativas para enfrentar potenciais perigos que correm as populações.

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Miércoles 22 / abril / 2015

Estacionamento gratuito e menos velocidade em Paris devido a poluição

Filed under: a-noticias-portugues,cambio-climatico-p — Carlos Alberto — abril 22nd, 2015 — 8:38

Paris, 10 abr (Prensa Latina) Estacionamento residencial gratuito e redução da velocidade máxima autorizada alteram hoje a circulação de veículos na capital francesa, devido ao alto índice de poluição.

Dessa forma, as pessoas estão isentas de pagar para estacionar seus carros, uma medida decretada desde quarta-feira passada que busca reduzir a emissão de poluentes à atmosfera mediante a promoção do uso do transporte público.

Além disso, a velocidade máxima autorizada nas estradas da região de Paris, de 90 a 100 quilômetros por hora, foi reduzida em 20 quilômetros por hora devido à má qualidade do ar.

Durante o dia 23 de março, foi decretada na chamada Cidade da Luz a circulação alternada de veículos, circulando naquele dia apenas automóveis com placas ímpares.

A medida é acompanhada pela gratuidade do transporte público devido aos altos níveis de poluição na capital, um dos mais elevados da Europa.

No dia 25 de setembro de 2014, o Estado também decretou essa medida com o objetivo de diminuir a poluição, já que aumentou a emissão de partículas pela erupção de um vulcão islandês. A disposição só tinha sido decretada aqui em duas ocasiões: a primeira em 1997 e a segunda em 17 de março de 2014.

Segundo o Instituto de Vigilância Sanitária, a poluição por partículas finas no ar (pó, fumaça, etc) como as geradas pela circulação de veículos ou as caldeiras de calefação, tem efeitos sobre a mortalidade a curto prazo.

A cidade costuma sofrer com a baixa qualidade do ar em comparação a outras capitais da parte ocidental do chamado Velho Continente. Os ambientalistas atribuem parte dessa situação ao apoio fiscal a favor do diesel sobre a gasolina em veículos motorizados e o denso tráfico de veículos particulares.

O Governo implementa um grupo de medidas para lutar contra a poluição, reconhecendo que o país está atrasado nesse quisito. A França será sede no final deste ano da Cúpula Mundial sobre o Clima, por isso o Executivo enfatizou que fará do tema uma prioridade em 2015.

Até o verão será estabelecido um dispositivo de certificados associados a um código de cores para catalogar os veículos e dar vantagens aos que poluem pouco, comunicou a ministra de Ecologia, Desenvolvimento Durável e Energia, Ségolÿne Royal.

Também será incentivada a compra de carros pouco poluentes como os elétricos ou os híbridos, acrescentou.

A servidora pública também mencionou o objetivo de instalar paulatinamente sete milhões de pontos de recarga, que passarão a ser obrigatórios nos estacionamentos públicos, nas estações, aeroportos ou centros comerciais.

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Miércoles 22 / abril / 2015

Diminui máxima extensão de gelo marinho em oceano Ártico

Filed under: cambio-climatico-p — Carlos Alberto — abril 22nd, 2015 — 8:37

Washington, 9 abr (Prensa Latina) A máxima extensão de gelo marinho no oceano Ártico foi este ano a menor, de acordo com um relatório publicado hoje pelo Centro Nacional estadunidense de Dados sobre Gelo e Neve (Nsidc).

Adscrito à Universidade de Colorado em Boulder e que conta com o respaldo da Administração Nacional da Aeronáutica e o Espaço (NASA), o Nsidc situou tal área em 14,54 milhões de quilômetros quadrados.

A capa de gelo marinho atingiu sua extensão máxima no passado 25 de fevereiro, o que resultou também uma das mais precoces. Como média tal resultado se atinge em março ou abril, e a mínima em setembro.

As recentes décadas têm visto uma tendência descendente na extensão do gelo marinho ártico, tanto durante a temporada de crescimento como durante a de degelo, ainda que o declive seja mais pronunciado nesta última.

O máximo deste ano atingiu-se 15 dias antes da data média de 1981 a 2010, 12 de março, segundo o Nsidc. Só em 1996 aconteceu antes, em 24 de fevereiro.

Tal máximo, em espera de confirmação por observações de satélites, foi menor em 129 mil quilômetros quadrados que o anterior menor, registrado em 2011, com 14,66 milhões de quilômetros quadrados.

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Miércoles 22 / abril / 2015

Mudança climática provocará alta de temperaturas na Colômbia

Filed under: a-noticias-portugues,cambio-climatico-p — Carlos Alberto — abril 22nd, 2015 — 8:36

Bogotá, 8 abril (Prensa Latina) O sistema de Informação Ambiental da Colômbia prognosticou que as temperaturas aumentarão no país em dois graus centígrados até o 2100, devido aos efeitos da mudança climática, realça uma investigação divulgada hoje.

Essa previsão está contida em um relatório conjunto do Instituto de Hidrología, Meteorologia e de Estudos Ambientais de Colômbia (Ideam) e o Programa de Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

A valoração acrescenta que as cifras não são alentadoras a partir das consequências que deixam as atuais emissões de gases no planeta e seu efeito invernador, pelo que as temperaturas poderão subir no país até 2,14 graus centígrados.

A investigação denomina-se Novos Palcos de Mudança Climática para Colômbia 2011-2100, ferramentas científicas para a tomada de decisões e cujos resultados se desmembram pela primeira vez a escala regional e departamental do país.

Segundo o estudo, os efeitos da mudança climática não serão os mesmos para todas as regiões colombianas no século XXI.

Enquanto o 31 por cento do território da nação andina poderá sentir os efeitos da diminuição das chuvas durante os seguintes 25 anos, em mais de 10 milhões de hectares de outras zonas aumentarão as precipitações até em 20 por cento.

A informação obtida permitirá aos setores produtivos e governos locais gerar um planejamento e ações convenientes à cada um dos territórios, expressou o diretor geral do Ideam, Omar Franco Torres.

Precisou que é importantíssimo que a cada setor se prepare para avaliar as consequências da variação nas temperaturas, pois isso trará um efeito negativo na saúde dos colombianos, na produção de cultivos e os ecossistemas das planícies, campos e da alta montanha. O estudo foi realizado durante dois anos por uma equipe de cientistas do Ideam, em coordenação com o PNUD, empregando os últimos informes internacionais que mais se ajustam à realidade climática da Colômbia. Arnaud Peral, representante do PNUD em Colômbia, indicou ao referir à investigação que as comunicações nacionais são a principal fonte de informação e conhecimento técnico para apoiar a tomada de decisões quanto aos potenciais efeitos da mudança climática.

Ambas partes deram a conhecer que este relatório é a primeira entrega do estudo, pois se estão pesquisando agora tópicos sobre adaptabilidade, vulnerabilidade, aspectos sociais e adequação de estratégias para sensibilizar às autoridades sobre o tema.

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Viernes 3 / abril / 2015

Subida do mar ameaça maior mangue do mundo em Índia-Bangladesh

Filed under: cambio-climatico-p — Carlos Alberto — abril 3rd, 2015 — 9:40

Nova Déli, 30 mar (Prensa Latina) A subida do nível do mar representa uma preocupante ameaça para os Sundarbans, o maior mangue do mundo, alertou um relatório do Banco Mundial (BM) que hoje repercutiu na imprensa indiana.

Intitulado Desenvolvimento de Resiliência para o Desenvolvimento Sustentável dos Sundarbans, o estudo afirma que a ascensão das águas em uma média de três a oito milímetros por ano poderia se somar com o afundamento do terreno por causa de vários processos naturais e antropogênicos (com intervenção do homem).

Declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1997, o delta do Sundarbans, na foz do rio Ganges, é o maior bosque de manguezais do mundo. De seus 10 mil quilômetros quadrados, quatro mil pertencem à Índia e o restante a Bangladesh.

Lar do Tigre de Bengala e de uma riquíssima variedade de aves, mamíferos, insetos, répteis e peixes, o sistema é cortado por uma complexa rede de vias de águas, com lagoas e ilhotas de bosques de mangues halófilos (resistentes ao sal).

Segundo o relatório do BM, eventos sísmicos e tsunamis, como o de 2004, poderiam em um curto período fazer o nível da terra baixar em até em um metro. Mas a maior mudança é gradual, por uma inundação e uma perda de terra constante, advertiu.

Tendo em conta a paisagem relativamente plana, os mapas de risco sugerem que um aumento de 45 centímetros no nível do mar poderia destruir 75 por cento dos Sundarbans, comentou Sanjay Gupta, consultor do BM.

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Viernes 3 / abril / 2015

Oficina sobre mudança climática fecha evento de meteorologia em Paris

Filed under: cambio-climatico-p — Carlos Alberto — abril 3rd, 2015 — 9:39

Paris, 31 mar (Prensa Latina) O Foro Internacional de Meteorologia e Clima termina hoje na capital francesa com uma oficina sobre a importância de compreender a mudança climática.

Os desafios, os principais impactos e como focar futuras investigações sobre essa problemática serão alguns dos aspectos debatidos.

As atividades ontem estiveram centradas em um colóquio sobre educação e formação em um encontro que procura desenvolver consciência sobre os desafios da mudança climática e as soluções de adaptação.

O espaço, que desenvolve sua edição número 12, também oferece aos profissionais uma plataforma de intercâmbio e de reflexão, ao mesmo tempo em que favorece uma sinergia entre os cientistas, os meios de comunicação, o grande público e os centros de ensino, explicam seus organizadores.

Também contribui com a preparação da Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática (COP 21) que acontecerá no final deste ano na chamada Cidade Luz.

As jornadas profissionais reúnem dezenas de cientistas, agentes econômicos, diretores de desenvolvimento sustentável, apresentadores de meteorologia e outros especialistas no tema.

Apresentadores do clima franceses e estrangeiros, particularmente comprometidos com a sensibilização do público em geral, debatem sobre os desafios científicos da COP 21, na sede do Conselho econômico, social e meio ambiental.

A outra grande sessão do encontro são as jornadas dirigidas ao grande público. Durante as mesmas são planejados intercâmbios, projeções de filme de animação e exposições.

O presidente François Hollande destacou que a COP 21 é uma prioridade para o país. Em um discurso pronunciado no final de 2014, confirmou a ambição de que a reunião deixasse uma “marca” e conclua com um “acordo histórico”.

O mandatário comparou a transcendência desse evento para a França com a reunião que o país acolheu em dezembro de 1948, durante a qual se adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas.

Por isso, o Governo procurará que o encontro conclua com um grande acordo mundial que reduza as emissões poluidoras, o que seria visto também como um sucesso diplomático, apontaram especialistas.

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Lunes 6 / enero / 2014

Avisam que temperatura global aumentará quatro graus até 2100

Filed under: cambio-climatico-p — Carlos Alberto — enero 6th, 2014 — 21:34

Londres, 1 jan (Prensa Latina) Cientistas advertem que a temperatura média da Terra aumentará ao redor de quatro graus centígrados para o ano de 2100 se continuarem as emissões poluentes de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa à atmosfera.

Em pesquisa publicada pela revista Nature, especialistas do Centro de Excelência para o Clima da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, determinaram também que o calor inclusive poderia se elevar mais de oito graus centígrados para 2200.

Os autores do trabalho garantem que o clima é mais sensível ao aumento das emissões desses poluentes do que se pensava.

Estimativas anteriores de modelos climáticos sobre a sensibilidade da temperatura global a uma duplicação do CO2 na atmosfera, que ocorrerá nos próximos 50 anos, oscilaram entre 1,5 e cinco graus centígrados, mas o novo estudo indica um aumento entre três e cinco graus centígrados.

Em suas correções, os cientistas consideraram os processos com vapor de água a uma faixa mais ampla de alturas na atmosfera, que causam menos nuvens de acordo com o aquecimento do clima.

Esse fato, opinam, aumenta a quantidade de luz solar e calor que entra na atmosfera e, como resultado, eleva a sensibilidade do clima ao dióxido de carbono ou qualquer outra perturbação.

Segundo os estudiosos, esta investigação resolveria um dos grandes temas da sensibilidade climática, que é o papel da formação de nuvens e seu efeito sobre o aquecimento global.

Steven Sherwood, professor da Universidade de Novo Gales do Sul e autor principal do estudo, afirmou que se não começar imediatamente uma redução à atmosfera das emissões de dióxido de carbono e outros gases poluentes, o aumento da temperatura terá um impacto profundo no mundo e na economia de muitos países.

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Lunes 6 / enero / 2014

Chile viveu o quinto ano mais seco desde 1866

Filed under: a-noticias-portugues,cambio-climatico-p — Carlos Alberto — enero 6th, 2014 — 20:41

Santiago do Chile, 13 dez (Prensa Latina) Este ano foi para o Chile um dos cinco mais secos desde 1866, segundo estatísticas da Direção Meteorológica, que atribui a escassez em parte ao resfriamento do oceano.

Estatísticas do organismo, divulgadas hoje pelo jornal La Tercera, mostram que o maior déficit hídrico foi registrado em 1998 (-1,7 pontos), seguido por 1968 (-1,4), enquanto 2013 compartilha o terceiro lugar com o registrado em 1924 e 2007, um índice de -1,2.

Os cálculos obedecem ao índice pluviométrico, média da quantidade de água que caiu no país por ano e que traduz os milímetros registrados em cada estação de monitoramento em uma fórmula estatística, a qual permite comparar quão seco ou chuvoso foi um ano com relação a outro.

De acordo com a meteoróloga Claudia Villarroel, da unidade de estudos da Direção Meteorológica, quando o oceano está mais frio que o normal, geralmente são anos mais secos no Chile, embora em outros pontos do planeta tenha efeitos diferentes.

“Quanto a anos do El Niño são mais chuvosos. Neste caso, os eventos mais secos registrados no tempo coincidem com anos de La Niña”, comentou Villaroel ao La Tercera.

Este último é um fenômeno climático que faz parte de um ciclo natural global do clima conhecido como El Niño-Oscilação do Sul.

Dito ciclo tem dois extremos: uma fase quente, conhecida como El Niño, e uma fase fria, precisamente conhecida como La Niña.

Embora durante este ano não tenha ocorrido este último fenômeno, as temperaturas do mar foram mais frias.

“Quando isto ocorre, se altera a relação entre o oceano e a atmosfera. Intensifica-se o anticiclone que está no sul e não deixa passar os sistemas frontais, e por isso chove menos”, detalhou.

O último boletim da Direção Meteorológica sobre monitoramento de seca assinala que nos últimos dois anos se acentuou o caráter “extremamente seco” das regiões de Coquimbo, no centro-norte, Biobío e La Araucanía, no centro-sul.

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